Será que realmente podemos exigir “bom senso” no dia a dia das empresas?
Pensei nesse tema enquanto escrevia sobre “meio certo”.
Certa vez, durante um almoço com um diretor do BankBoston, debatemos temas como ética, educação e crenças. Naquele encontro, chegamos a uma conclusão clara: o bom senso é uma variável extremamente subjetiva.

