Como conquistei o meu segundo e terceiro Presidents Club

Após conquistar o meu primeiro clube e validar a estratégia inicial, o desafio era dar o próximo passo. Tudo isso em um ambiente que, na época, parecia limitado: focávamos em um nicho específico (mainframes) e havia uma percepção generalizada de que a minha linha de produtos já não tinha espaço para crescer.

Vale dizer que, mais uma vez, fomos os melhores do Território Ásia/Pacífico. No terceiro club, fui “adotado” pelo time da Austrália, afinal, com a minha chegada, eles não ganharam mais, foi bem interessante esse reconhecimento.

A virada de chave: aprendizado internacional, criar uma estratégia de sucesso, vender foi consequência 

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Como cheguei ao meu primeiro President’s Club

Como cheguei ao meu primeiro President’s Club

Chegar a um clube de alta performance foi uma grande novidade para mim. Afinal, apesar de ter representado empresas americanas de software com resultados expressivos em vendas e, anteriormente, trabalhado diretamente para duas delas como engenheiro de pré-vendas, cargos técnicos que geralmente não participam desses eventos, ainda não tinha ido a um.

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Por que o hipismo me apaixona? Não há diferença de idade, sexo, gênero ou etnia

Neste último final de semana, uma equipe com uma composição única representou o Brasil na Copa das Nações de Hipismo, na Grécia: no mesmo time, tínhamos um cavaleiro sênior de 72 anos e um jovem talento de 21 da mesma família.

Família Azevedo garante o 4º lugar para o Brasil na Copa das Nações na Grécia

O resultado prático — um quarto lugar — por si só não é o mais importante. O que realmente importa é notar que a diferença de idade não interferiu em nada, pelo contrário, somou.

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