Vendas e guerra um paralelo interessante

Soldados e vendedores estão na linha de frente: se não estiverem preparados, vão “morrer” e a batalha estará perdida. Certa vez, li uma frase muito interessante que resume bem esse cenário: “Se você quer derrubar uma árvore, perca mais tempo afiando o machado.”

Recentemente, assisti a um filme que, curiosamente, me fez lembrar do processo de vendas. Afinal, o vendedor é o soldado que — apesar de toda a minha crença na empatia e na percepção — precisa de um preparo impecável.

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Lembra do filme “TEMPOS MODERNOS” de Charlie Chaplin? Bom, qual é a relação com ser vendedor nos dias de hoje?

O Vendedor “Engolido” pela Máquina: Quando a Gestão de Vendas Esquece quem Faz o Negócio

Ao implantar ferramentas de “gestão de vendas”, percebo um fenômeno recorrente: o objetivo raramente é aumentar a produtividade da equipe, mas sim auditar o comportamento dos profissionais. Nessa troca de prioridades, dois pilares fundamentais são sacrificados: a empatia e o relacionamento pessoal.

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