À hora de fechar a venda (o “timing” da venda)

O “Momento da Verdade”: A Venda como uma Tourada Estratégica

Gosto de comparar o processo de vendas a uma tourada. Existe todo um trabalho preparatório de equipe até o grande final: o momento da confrontação entre o toureiro e o touro. Vale ressaltar: não gosto de ferir nem uma formiga, mas sou apaixonado por fechar negócios. E, em vendas, o “golpe final” precisa ser preciso.

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A força oculta do “Não”: Por que você deve parar de temê-lo

o não eu já tenho

Quem me conhece sabe que eu costumo dizer: “O ‘não’ eu já tenho” ou, em uma mesa de negociação, “O ‘não’ é um recomeço”.

Se você hesita em avançar por medo da rejeição, lembre-se: o “não” já é o seu estado atual. A partir daí, qualquer movimento só pode gerar o “sim”. Quando abraçamos essa ideia, o medo de perder desaparece — afinal, não se perde o que ainda não se conquistou.

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Empatia: a lição mais marcante do meu primeiro treinamento de vendas

Sempre ouvi que “pessoas compram de pessoas”. No entanto, foi no meu primeiro treinamento de vendas que entendi a profundidade dessa frase. Na época, eu iniciava no setor de software como suporte técnico e fui enviado para um treinamento de um mês na Califórnia. O curso era o Counselor Selling, da Wilson Learning Corp.

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Porque escolhi ser vendedor? Me foi feita essa pergunta.

O Vendedor por Opção: Por Que Vendas é uma Arte de Preparo e Empatia

Para muitos, a profissão acontece por acaso, para outros tantos, é o último recurso. No meu caso, foi uma escolha.

Escolher a carreira de vendas pode ser o resultado de uma decisão consciente ou, às vezes, da total falta de alternativas. Quem não se lembra da velha história da mãe que vai acompanhar o filho numa entrevista de emprego e diz ao proprietário: “Você tem uma vaga para o meu filho? Pode ser até de vendedor”?

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Quer Inovar? Humanize o Atendimento.

atendimento humanizado

Atendimento ao Cliente: Quando a Tecnologia Evolui, Mas o Relacionamento Retrocede

O que, no passado, era o básico — dar atenção ao cliente, ouvi-lo com interesse e resolver seus problemas — tornou-se, surpreendentemente, um diferencial competitivo.

Em uma época marcada pela inteligência artificial, pela automação e pela transformação digital, parece contraditório que o atendimento humanizado seja apresentado como inovação.

No entanto, essa é a realidade de muitas empresas: quanto mais avançada se torna a tecnologia, maior é o risco de o relacionamento com o cliente se tornar impessoal.

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Quer matar as suas vendas? É simples: atrase.

Quer matar as suas vendas? É simples: atrase.

Atrase o retorno de um contato. Atrase a apresentação. Atrase o envio da proposta, a demonstração do produto, a minuta do contrato ou a resolução de um problema. Apenas atrase.

Parece absurdo falar disso, afinal, a regra de ouro dos negócios é colocar o cliente em primeiro lugar. Mas a verdade nua e crua é que o atraso virou regra, e pior: foi naturalizado. Trata-se o tempo do cliente como se ele tivesse a obrigação de esperar.

Virou rotina.

O atraso foi institucionalizado pelos workflows e pelos prazos engessados de cada área. É impossível fazer o time entender o ‘tempo da venda’ quando a comunicação se limita a chamados digitais que as pessoas só leem quando querem.

Atrasar virou o “normal”, e o reflexo disso, mesmo que seja a perda irrecuperável do cliente. O vendedor virou o chato da empresa, o profissional que precisa mendigar diariamente internamente para que as pessoas façam o básico: ter comprometimento.

A maquiagem do processo

Para piorar, muitas empresas trocaram o comprometimento real por tabelas de SLA. O resultado? A institucionalização do atraso.

O que antes se resolvia com uma conversa rápida, agora ganha “prazos oficiais”. Se cinco áreas participam do fluxo e cada uma tem 3 dias úteis de SLA, o cliente espera quase um mês por uma resposta. Se surgirem dúvidas no meio do caminho, o processo morre.

Falta senso de urgência. Sobram desculpas. E no final, a conta da venda perdida cai nas costas do comercial.

De quem é a culpa? Do vendedor? Das áreas de apoio? Não. A culpa é do principal executivo da empresa.

É a liderança máxima que permite, tolera e perpetua essa cultura. É quem não controla os gargalos e deixa o time se esconder atrás de burocracias.

O mais irônico é que a maioria usa o CRM apenas para cobrar forecast e auditar o vendedor, quando a ferramenta deveria ser usada para mapear onde o processo trava e quem são os verdadeiros ofensores das propostas.

Se você quer estancar a perda de vendas, comece medindo o tempo do seu processo. Quem tolera atraso interno, tolera perder cliente.

 

 

Vendas e guerra um paralelo interessante

Soldados e vendedores estão na linha de frente: se não estiverem preparados, vão “morrer” e a batalha estará perdida. Certa vez, li uma frase muito interessante que resume bem esse cenário: “Se você quer derrubar uma árvore, perca mais tempo afiando o machado.”

Recentemente, assisti a um filme que, curiosamente, me fez lembrar do processo de vendas. Afinal, o vendedor é o soldado que — apesar de toda a minha crença na empatia e na percepção — precisa de um preparo impecável.

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