Esse estudo do Bryan College, dos Estados Unidos, questiona o mito de uma pessoa ser capaz de realizar “multitarefas” seguidas e tem como base as distrações atuais durante o trabalho (seja em que local for), navegar pela internet, ouvir música, pesquisar, escrever e manter-se conectado a redes sociais, tudo ao mesmo tempo. Continue lendo “Multitarefa – mais provas de que é prejudicial a produtividade”
Quer ser produtivo? Regra 52-17
Já me dedico ao tema sobre como ser mais produtivo e sou um crítico da forma atual de “gestão” dos colaboradores, onde não se respeita o equilíbrio, derrubando essa produtividade, a saúde, bem como a vida familiar dos mesmos, em especial em cargos executivos e assessores. Continue lendo “Quer ser produtivo? Regra 52-17”
Dica dos grandes varejistas para atrair e reter talentos
O Sucesso em Vendas mora no Básico e no Apoio Real ao Vendedor
Li recentemente um artigo que resumiu dois pilares pelos quais sempre prezei na gestão comercial: não descuidar do básico e oferecer as ferramentas certas.
Continue lendo “Dica dos grandes varejistas para atrair e reter talentos”
Vendas e guerra um paralelo interessante
Soldados e vendedores são a linha de frente, se não estão preparados vão morrer e a batalha estará perdida. Certa vez li uma frase muito interessante “se você quer derrubar uma árvore, perca mais tempo afiando o machado“.
Trabalho x Descanso e Lazer – equilíbrio
O Equilíbrio como Pilar Estratégico: Por que ele é fundamental para o sucesso?
Na administração contemporânea, muito se discute sobre a necessidade de equilíbrio. No entanto, a realidade observada em muitas organizações segue na direção oposta — uma falha estratégica recorrente.
Lembra do filme “TEMPOS MODERNOS” de Charlie Chaplin? Bom, qual é a relação com ser vendedor nos dias de hoje?
O Vendedor “Engolido” pela Máquina: Quando a Gestão de Vendas Esquece quem Faz o Negócio
Ao implantar ferramentas de “gestão de vendas”, percebo um fenômeno recorrente: o objetivo raramente é aumentar a produtividade da equipe, mas sim auditar o comportamento dos profissionais. Nessa troca de prioridades, dois pilares fundamentais são sacrificados: a empatia e o relacionamento pessoal.

