Esse estudo do Bryan College, dos Estados Unidos, questiona o mito de uma pessoa ser capaz de realizar “multitarefas” seguidas e tem como base as distrações atuais durante o trabalho (seja em que local for), navegar pela internet, ouvir música, pesquisar, escrever e manter-se conectado a redes sociais, tudo ao mesmo tempo. Continue lendo “Multitarefa – mais provas de que é prejudicial a produtividade”
Quer ser produtivo? Regra 52-17
Já me dedico ao tema sobre como ser mais produtivo e sou um crítico da forma atual de “gestão” dos colaboradores, onde não se respeita o equilíbrio, derrubando essa produtividade, a saúde, bem como a vida familiar dos mesmos, em especial em cargos executivos e assessores.
Trabalho x Descanso e Lazer – equilíbrio
Lições para transformar desafios em sucesso
Como visito constantemente empresas, tenho a possibilidade de observar o quanto uma parte dos colaboradores estão trabalhando além do tempo, as famosas 8 horas.
Em tempo de crise, isso fica pior, pois a empresa reduz o número de pessoas e quem fica não quer perder sua posição, portanto fica sujeito a overdose de trabalho.
Se bem que o discurso das corporações é bem outro, se falarmos com as áreas de RH, tudo é feito dentro das melhores práticas na gestão de pessoas.
Há muito está comprovada a melhor produtividade de quem tem um dia equilibrado, sempre disse que 6 horas bem trabalhadas é melhor que 12 horas de estresse e mal planejada.
O Funcionamento da Regra 52-17
A regra surgiu de um estudo feito pelo The Muse utilizando o aplicativo de produtividade DeskTime. Eles descobriram que os 10% dos usuários mais produtivos não trabalhavam mais horas, mas sim de forma mais inteligente.
- Foco Hiperconcentrado (52 min): O cérebro opera em picos de energia (ritmos ultradianos). Durante esses 52 minutos, o colaborador trabalha com dedicação total, sem alternar tarefas (multitasking) e sem distrações.
- Descanso Verdadeiro (17 min): O segredo do sucesso está na qualidade da pausa. Não vale descansar olhando o e-mail ou redes sociais. O cérebro precisa se desligar totalmente do trabalho — dar uma caminhada, tomar um café, conversar ou se alongar.
Comparativo: Gestão Tradicional vs. Equilíbrio Produtivo
| Aspecto | Modelo “Overdose de Trabalho” (Tradicional) | Modelo de Equilíbrio (Regra 52-17 / 6h Úteis) |
| Aparência | Colaborador exausto na cadeira por mais de 8 horas. | Ritmo cíclico de alta intensidade e pausa programada. |
| Métrica de Sucesso | Presencismo (horas sentadas na empresa). | Entregas e performance real. |
| Impacto na Saúde | Estresse crônico, burnout, problemas familiares. | Preservação da saúde mental e energia sustentável. |
| Resultado Prático | Erros frequentes, retrabalho e decisões ruins. | Criatividade aguçada e alto nível de atenção. |
Transformando o Desafio em Sucesso nas Empresas
- Colaboradores estressados: custam caro (absenteísmo, erros de decisões executivas e rotatividade).
- Estimular o “Desligamento Obrigatório”: Criar janelas de tempo onde reuniões são proibidas para permitir que as pessoas apliquem blocos de foco e descanso.
- Mudar o exemplo do topo: O cargo executivo precisa dar o exemplo. Se o CEO envia e-mails de madrugada e cobra respostas imediatas, a cultura do medo continuará engolindo a produtividade.
O equilíbrio entre trabalho, descanso e lazer não é um benefício “fofo” concedido pela empresa, é a única estratégia viável de longo prazo para manter um negócio competitivo.
Gostei muito desse artigo da BBC que estou compartilhando: “O estudo propõe a regra chamada “52-17”, que basicamente significa trabalhar com máxima dedicação por 52 minutos e descansar 17 minutos.”
Dica dos grandes varejistas para atrair e reter talentos
O Sucesso em Vendas mora no Básico e no Apoio Real ao Vendedor
Li recentemente um artigo que resumiu dois pilares pelos quais sempre prezei na gestão comercial: não descuidar do básico e oferecer as ferramentas certas.
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Vendas e guerra um paralelo interessante
Soldados e vendedores estão na linha de frente: se não estiverem preparados, vão “morrer” e a batalha estará perdida. Certa vez, li uma frase muito interessante que resume bem esse cenário: “Se você quer derrubar uma árvore, perca mais tempo afiando o machado.”
Recentemente, assisti a um filme que, curiosamente, me fez lembrar do processo de vendas. Afinal, o vendedor é o soldado que — apesar de toda a minha crença na empatia e na percepção — precisa de um preparo impecável.
Trabalho x Descanso e Lazer – equilíbrio
O Equilíbrio como Pilar Estratégico: Por que ele é fundamental para o sucesso?
Na administração contemporânea, muito se discute sobre a necessidade de equilíbrio. No entanto, a realidade observada em muitas organizações segue na direção oposta — uma falha estratégica recorrente.
O Processo de Vendas, parte 3 – A venda em andamento
O Conceito de Milestone no Processo de Vendas
Enquanto as etapas iniciais servem para qualificar a oportunidade e mensurar o verdadeiro potencial de fechamento — validando o “aquecimento” do lead com base em parâmetros objetivos —, o Milestone representa a execução viva do processo comercial. Ele é a sequência estruturada que conduz a negociação passo a passo até o seu desfecho.
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Lembra do filme “TEMPOS MODERNOS” de Charlie Chaplin? Bom, qual é a relação com ser vendedor nos dias de hoje?
O Vendedor “Engolido” pela Máquina: Quando a Gestão de Vendas Esquece quem Faz o Negócio
Ao implantar ferramentas de “gestão de vendas”, percebo um fenômeno recorrente: o objetivo raramente é aumentar a produtividade da equipe, mas sim auditar o comportamento dos profissionais. Nessa troca de prioridades, dois pilares fundamentais são sacrificados: a empatia e o relacionamento pessoal.

