Ao assistir uma entrevista sobre liderança, ouvi a seguinte pergunta: ‘Quem entende mais da operação de uma máquina: o CEO ou o operador?’.
Continue lendo “Liderança, a sutil arte de inspirar as pessoas”
Ao assistir uma entrevista sobre liderança, ouvi a seguinte pergunta: ‘Quem entende mais da operação de uma máquina: o CEO ou o operador?’.
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As pessoas são mais destrutivas que construtivas, é sempre mais fácil fazer uma crítica que dar uma sugestão positiva. Isso sempre me incomodou e me faz lembrar uma fábula de vendas, que por ser muito velha, estamos sempre nos esquecendo, então relembrando.
Sempre dei mais valor às pessoas com quem trabalho do que aos processos, afinal, são elas que fazem a real diferença.
No entanto, confesso que vinha me sentindo sozinho nessa visão. Isso mudou quando assisti ao programa Mundo S/A, que reuniu duas grandes empresárias: Chieko Aoki (presidente da rede de hotéis Blue Tree) e Luiza Helena Trajano (presidente do Magazine Luiza).
Continue lendo “A necessidade de valorizar as pessoas em detrimento dos processos.”
O que deveria ser a vitrine máxima do fornecedor transformou-se em um estudo de caso sobre como destruir a imagem de um produto por pura falta de visão estratégica.
Continue lendo “O Pior Marketing é Ignorar seu Principal Cliente”Essa matéria do jornal O ESTADO DE SP é bem interessante
Como os táxis sem motorista estão estressando as cidades onde já estão em funcionamento
“O sucesso em vendas está diretamente ligado à capacidade do vendedor de manter o foco nas etapas essenciais: prospecção, encantamento, condução e fechamento.”
Morrer é preciso (Fernando Pessoa)
Pense nisso sob a ótica da sua vida profissional.
Como diz o poema, “A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação”. No entanto, é impressionante como nos agarramos ao que conhecemos e negamos a nós mesmos a oportunidade de renascer.
Continue lendo “O desapego profissional: por que precisamos “morrer” para evoluir?”
Continue lendo “Executivo e ser pai, em especial, de uma menina”
Trabalhar intermediando negócios exige, acima de tudo, uma postura ética inabalável. Afinal, lidamos diretamente com as expectativas de pessoas e empresas que nos contratam porque acreditam no nosso potencial e na nossa integridade.
Em tempos onde a colaboração é a chave para viabilizar oportunidades, conectar pontas deveria ser um processo fluido. No entanto, parece que alguns “intermediários” ainda não entenderam o real valor da ética profissional.
A intermediação é um modelo de operação comercial no qual empresas interessadas em comprar ou vender bens e serviços contratam um profissional que possui trânsito e bons contatos com potenciais clientes ou fornecedores.
O principal papel do intermediador é abrir portas através do seu relacionamento.
Ao atuar como um aliado poderoso da área comercial, ele permite que a equipe interna da empresa foque no aspecto técnico e na negociação propriamente dita. É um modelo altamente vantajoso para ambos os lados — profissionais e empresas — desde que feito com seriedade.
Quando buscamos atender às necessidades de um cliente, nem sempre temos o contato direto necessário de imediato. É nessa hora que acionamos nossa rede de colaboração (os chamados finders). E é exatamente aí que começa o desafio de separar os profissionais dos amadores.
Particularmente, adotamos uma regra de ouro: nunca iniciamos um trabalho sem uma autorização formal de quem nos procurou — seja para comprar, vender ou suprir qualquer outra demanda.
A polêmica do “mandato”: Embora o termo jurídico correto seja “mandato”, evitamos usá-lo no dia a dia. Infelizmente, a palavra acabou desgastada pela falta de ética daqueles que a utilizam de forma leviana.
A armadilha dos atravessadores: Muitos intermediários sem ética — ou “atravessadores”, como bem define um amigo — iniciam o processo afirmando que têm o que procuramos apenas para obter documentos. Só depois disso é que saem correndo atrás do real fornecedor ou comprador.
O sucesso de qualquer negociação só se consolida quando as partes finais se conhecem e estabelecem uma relação de confiança mútua. Tentar esconder o cliente final é o primeiro passo para o fracasso de um negócio.
Infelizmente, nem sempre podemos escolher a dedo os intermediários que nos são apresentados. Muitos deles não são profissionais, mas apenas oportunistas. Ainda assim, no meio dessa informalidade, existem pessoas boas e genuínas que merecem uma oportunidade.
Por isso, saber ler com quem estamos lidando e avaliar o cenário é uma habilidade vital. Essa análise prévia pode ser a diferença entre fechar um excelente acordo ou queimar a nossa própria reputação no mercado.
Para atuar nessa área, é fundamental definir claramente o seu papel dentro do contexto:
| Perfil | Atuação no Negócio |
| Finder (Localizador) | Tem os contatos certos e simplesmente apresenta as partes, encerrando sua participação ali. |
| Intermediador | Conecta as partes e trabalha ativamente durante todo o processo para viabilizar o acordo. |
| Atravessador | Age de forma oportunista e, no geral, acaba atrapalhando negociações que tinham tudo para dar certo. |
Se você deseja atuar na intermediação de negócios — seja de forma pontual ou como profissão —, tenha sempre em mente: nunca opere sem uma autorização formal e comprovada.
Demonstrar essa formalidade logo no primeiro contato é o que comprova a sua seriedade, protege a sua reputação e sela o compromisso entre você e quem confiou no seu trabalho.
Afinal, o que define a inteligência?
Em minha rotina de reuniões e consultorias, tenho cruzado com profissionais que dominam a “sopa de letrinhas” corporativa e expressões de efeito. Falam com tamanha propriedade que parecem ter vivido mil cenários diferentes, confesso que, em um primeiro momento, isso impressiona.
Continue lendo “Inteligência versus Experiência: Além do Verniz Corporativo”