As pessoas são mais destrutivas que construtivas, é sempre mais fácil fazer uma crítica que dar uma sugestão positiva. Isso sempre me incomodou e me faz lembrar uma fábula de vendas, que por ser muito velha, estamos sempre nos esquecendo, então relembrando.
Pressão sobre o vendedor, vamos manter ele fora da zona de conforto. Isso ainda dá resultado ou é falta de competência de quem administra assim?
O Ciclo Vicioso da Pressão: Por que a Gestão de Vendas Parou no Tempo?
As empresas investem fortunas em treinamentos cíclicos que, na prática, pouco alteram o ponteiro do desempenho. O motivo? No calor da meta, gestores ignoram a técnica e recorrem ao mecanismo mais rudimentar e ineficaz de todos: a pressão psicológica sobre o vendedor.
É difícil ser espontâneo no mundo corporativo

O Custo da Pisada em Ovos: Por que o Mundo Corporativo Teme a Espontaneidade?
No mundo corporativo, expressar-se tornou-se uma tarefa complexa. Medimos cada palavra, avaliamos repercussões e antecipamos quem pode se sentir ofendido. Em resumo, sacrificamos a espontaneidade — um “input” fundamental para identificar distorções, captar novas ideias e inovar.
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Liderança, a sutil arte de inspirar as pessoas
Ao assistir uma entrevista sobre liderança, ouvi a seguinte pergunta: ‘Quem entende mais da operação de uma máquina: o CEO ou o operador?’.
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Vender produto ou solução?
Sei que este é um assunto batido em vendas, mas diariamente convivo com profissionais que tentam empurrar produtos sem entender que o cliente, na verdade, compra a solução para uma dor.
Vamos alinhar os conceitos:,
Gestão de Vendas: Controlar ou Potencializar?
Qual é a verdadeira função de um gestor?
Muitos acreditam ser apenas controlar processos, mas o segredo do sucesso está em potencializar talentos. O desafio é extrair o melhor de cada colaborador, fazendo com que ele se sinta realizado ao ver seu potencial sendo plenamente utilizado.
Isso exige um equilíbrio fino entre o uso correto das ferramentas de controle e uma dedicação pessoal para impulsionar resultados.
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O Custo Invisível da Distração: Por que Gerentes ainda Sabotam a Produtividade em Vendas?
“O sucesso em vendas está diretamente ligado à capacidade do vendedor de manter o foco nas etapas essenciais: prospecção, encantamento, condução e fechamento.”
O desapego profissional: por que precisamos “morrer” para evoluir?
Morrer é preciso (Fernando Pessoa)
Pense nisso sob a ótica da sua vida profissional.
Como diz o poema, “A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação”. No entanto, é impressionante como nos agarramos ao que conhecemos e negamos a nós mesmos a oportunidade de renascer.
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Qualidade de vida que alguns gestores desprezam e as áreas de RH fazem vista grossa.
Quando comecei como programador de computador, o meu segundo emprego, com 18 anos foi na Johnson & Johnson, lá éramos obrigados a sair no horário e deixar a mesa limpa, bom não é necessário dizer que home office não existia.
Continue lendo “Qualidade de vida que alguns gestores desprezam e as áreas de RH fazem vista grossa.”A “Fome de Tempo” e o Silêncio do RH: Estamos Normalizando o Burnout?
A “Fome de Tempo” e o Silêncio do RH: Estamos Normalizando o Burnout?
Ultimamente, em minhas visitas a diversos “amigos profissionais” — uma rotina comum para quem atua em vendas —, noto um padrão preocupante: pessoas sufocadas por demandas que extrapolam, em muito, a jornada contratada.
Recentemente, li um trecho de um artigo que resume bem esse cenário:
“Muitas evidências mostram que a ‘abundância de tempo’ está em níveis baixíssimos. Em uma pesquisa com 2,5 milhões de pessoas, descobrimos que 80% dos respondentes não tinham tempo para executar suas tarefas diárias. É uma ‘fome de tempo’ — um fracasso cultural coletivo em gerir nosso bem mais precioso.”
Em uma economia instável, o medo do desemprego nos empurra a aceitar o excesso no curto prazo, sem medirmos o impacto futuro. É aí que entra a “lei do provisório que vira definitivo”: quando a organização absorve a sobrecarga de um colaborador, dificilmente retrocede.
O resultado é uma bola de neve. Além do desgaste físico e mental, a qualidade das entregas despenca. O excesso de trabalho, ironicamente, gera desperdício de tempo.
Onde está o RH? Ao questionar um profissional sobrecarregado sobre o papel do RH, a resposta foi seca: “Aqui, eles só se preocupam em não pagar horas extras.”
Infelizmente, esse não é um caso isolado. Tenho sentido falta de uma atuação estratégica do RH voltada à qualidade de vida. Sempre acreditei que essa área deve ser a guardiã do equilíbrio entre os interesses da organização e o bem-estar das pessoas, indo muito além do controle de ponto.
Como gestor e empresário, minha meta sempre foi buscar o equilíbrio entre vida pessoal, trabalho e lazer para o time. Afinal, produtividade sem saúde é insustentável.
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